No contexto atual, quando se pensa em formas inovadoras de desenvolvimento que ultrapassem a visão normativa do crescimento econômico, a questão da economia criativa entra em pauta.

Esse tipo de economia busca criar relações entre inovação, cultura, sustentabilidade e, principalmente, criatividade, sendo um prato cheio para quem busca novas formas de trabalhar dentro do mercado.

Ainda não conhece a economia criativa? Então, continue lendo nosso post que iremos falar sobre os principais pontos envolvendo a temática.

O que é economia criativa?

O conceito em questão foi desenvolvido pelo inglês John Howkins em seu livro The Creative Economy. O autor chama de economia criativa as atividades que podem resultar em pessoas exercitando sua imaginação para explorar valores econômicos.

O termo ainda pode ser melhor definido como processos que se relacionam com a produção, a criação e a distribuição de produtos e serviços usando a criatividade, o conhecimento e a intelectualidade como ferramentas. Mas, para ser considerada parte da economia criativa, a empresa deve gerar valores específicos, tanto para o público-alvo quanto para os desenvolvedores.

Esse modelo de economia engloba empreendimentos que dependem completamente da criatividade para gerar lucros, como é o ramo da moda, do design, do cinema, de games, da arquitetura e do audiovisual.

Quando se trata desse modelo de economia, o trabalho precisa ser encarado de forma diferente de como é realizado nas empresas tradicionais. Isso porque o importante, na economia criativa, não é mais quantas horas de trabalho você cumpriu, e sim quanto você está produzindo durante seu tempo de trabalho.

Ademais, utilizar a economia criativa, no entanto, significa abrir os processos e o desenvolvimento da empresa para o público, dando aos seus clientes a oportunidade de opinar e de trabalhar em conjunto com você na geração de valor e de produtos melhores.

Quais são seus setores?

Segundo a UNCTAD (sigla para Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e Desenvolvimento), a economia criativa tem um modelo que a classifica em quatro eixos: artes, criações funcionais, mídia e patrimônio. Tais eixos ainda se desmembram em outros setores, a saber:

  • expressões culturais tradicionais;
  • sítios culturais;
  • artes visuais;
  • artes dramáticas;
  • audiovisual;
  • publicidade e mídia impressa;
  • design;
  • novas mídias;
  • serviços criativos.

Dessa forma, ocupações que se relacionam com essas áreas são consideradas trabalhos criativos.

De acordo com a Secretaria da Economia Criativa, são associados à esse tipo de economia ainda todas as atividades que têm como processo principal a ação criativa que gere um bem, produto ou serviço e ajude na aquisição de riqueza cultural, social e econômica.

Entendendo o que é e conhecendo seus setores, saiba agora quais os impactos e benefícios da economia criativa no mercado e em um negócio!

Quais são seus benefícios e impactos?

Contextualizando, o empreendedorismo passou por grandes transformações nos últimos anos. Na década passada, era normal empreender somente por necessidade: com ofertas de empregos menores, criava-se o próprio negócio para sobreviver.

Contudo, na atualidade, as oportunidades estão cada vez maiores e a economia criativa passou a representar 7% do PIB mundial, com crescimento de 10% até 20% anualmente, segundo artigo publicado no site do Governo do Brasil em 2017. Devido a essas novas oportunidades, tornou-se latente a necessidade de criar ideias que fujam do comum.

Dessa forma, os empreendedores buscam criar saídas inovadoras em seus negócios, atitude essa que valoriza o setor da criatividade e, por conseguinte, abre portas para a economia criativa. Essa modalidade de economia se faz essencial pelo seu papel de revelar os modelos ideais de inovação para qualquer ramo do mercado.

Entretanto, para que esses modelos sejam revelados, é preciso contar com a participação externa em seu negócio. Como dito anteriormente, você deve abrir sua empresa para seus clientes a fim de ajudar em seu desenvolvimento.

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