Encontrar respostas criativas e inovadoras para demandas como a divulgação de produtos ou serviços é um diferencial para conseguir melhores resultados. E o marketing, em suas diversas áreas e formas, fornece um espaço excelente para aplicar essas inovações. Uma delas é o marketing de guerrilha, que vem ganhando espaço pelo seu impacto e baixo custo.

Ainda não o conhece? Então continue a leitura e saiba mais sobre esse tipo de marketing!

Afinal, o que é marketing de guerrilha?

Consiste em uma estratégia usada por negócios que almejam promover seus serviços ou produtos de um jeito menos convencional. É uma tática mais alternativa, desenvolvida para experiências únicas aos consumidores.

E não precisa gastar muito para ter sucesso com uma campanha de marketing de guerrilha, pois o segredo está na energia e na criatividade. É por isso que empresas de todos os portes estão investindo nesse método e conseguindo bons resultados.

Por mais que seja conhecido por campanhas da internet que viralizaram, esse tipo de marketing surgiu nos anos 80, criado pelo norte-americano Jay Levinson, que escreveu um livro sobre o conceito.

Para desenvolvê-lo, o autor se inspirou nas táticas utilizadas pelos vietnamitas durante a guerra, que tinham bem menos recursos do que seus oponentes e por meio do mecanismo de guerrilha obtiveram sucesso.

Como aplicá-lo?

Há diversas formas de aplicar o marketing de guerrilha. Contudo, alguns elementos são mais utilizados, tais como:

Intervenção urbana

É o uso de elementos de rua nas propagandas (como postes, calçadas e faixas) e que ajudam a compor o cenário de guerrilha.

Exemplo: a Nestlé promoveu uma ação criativa que consistia em pintar um banco público de madeira com as cores de um dos chocolates da marca, o KitKat, sendo metade da embalagem e metade do conteúdo. Pela pintura ter ficado bem fiel, acabou deixando muitas pessoas com água na boca.

Free mídia

Diz respeito à mídia espontânea. Acontece quando uma ação repercute a ponto de se tornar uma pauta jornalística.

Exemplo: na copa de 2006, a cerveja Bavaria tentou ultrapassar a Budweiser (patrocinadora oficial do evento) distribuindo roupas com a sua logomarca para vários torcedores. Porém, a organização do estádio não permitiu, forçando muitos a entrarem sem roupa. Imagine a repercussão disso!

Corpo a corpo

Trata-se de quando modelos ou atores abordam o público, promovendo interação com a marca.

Exemplo: a empresa alemã BBDO transformou um veículo Smart em uma peça clássica do game Pong, do Atari, em que o carro se transformou no controle do jogo. Muitos que passaram por Berlim participaram dessa experiência e a acharam inovadora.

Parceria com influenciadores

Funciona quando a empresa realiza parcerias com pessoas contratadas que têm grande influência. Elas utilizam um produto e opinam positivamente sobre o mesmo de forma mais espontânea e os apresentam para o público.

Exemplo: o comercial feito pela C&A em 2016, denominado “Tudo Lindo & Misturado“, que chamou a atenção por ter digital influencers nele. Com isso, a produção atraiu o público de moda alternativa para a sua coleção.

E qual a importância do marketing de guerrilha?

Mesmo com poucas diferenças em relação ao tradicional, o marketing de guerrilha se destaca por sua abordagem, que a cada dia conquista mais empresas. Por sermos bombardeados diariamente com diversas informações, ficamos mais seletivos e não queremos mais ser “incomodados” com propagandas convencionais.

Mas é praticamente impossível ignorar o marketing de guerrilha, uma vez que é muito chamativo. Seu foco está em surpreender e provocar reações nos consumidores. Portanto, é uma ótima forma de despertar o interesse sobre a marca e potencializar os seus resultados.

E aí, gostou de aprender como o marketing de guerrilha pode ajudar na busca por novos resultados? Continue por aqui e saiba o que o design tem a acrescentar ao marketing da sua empresa!

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